hamadas assim por seu radiante aparentar vir da localização onde se encontra a constelação de Perseus. A chuva se extenderá durante a primeira quinzena do mês de Setembro porém, como de costume, terá seu apogeu no oitavo dia.

hamadas assim por seu radiante aparentar vir da localização onde se encontra a constelação de Perseus. A chuva se extenderá durante a primeira quinzena do mês de Setembro porém, como de costume, terá seu apogeu no oitavo dia.

In through the sleeves, up the spine
over forests, flows down the hill
everything up in the air!
I'll never forget!
'cause I'll never!
runs about, scratches, loosens up tangles
(torn up by the roots) with a look in the eyes!
a miracle, a wonder, we break bones apart!
É estranho pra mim como certas pessoas em juventude tendem a insistir em manter uma vida que não condiz com as respectivas idades. Digo isso me referindo a necessidade de equilíbrio e estabilidade em mente. É um assunto complicado de se discorrer, mas espero que por meio deste eu me faça claro.
Não consigo dispensar o excepcional eventual em detrimento do bom constante, isso realmente não é pra mim. Às vezes você ouve um indivíduo em seus plenos 18 a 20 anos expressando a falta da necessidade de procurar por “mais”. Por exemplo, não é incomum ouvir de jovens, ingressos em namoros longos, levando suas faculdades de maneira produtiva e aparentemente estáveis em todos os aspectos que envolvem a juventude, que não precisam procurar por outras opções ou aceitar oportunidades diferentes e incertas devido ao fato da vida encontrar-se “equilibrada”.
Tenho para mim que não existe equilíbrio nessa etapa da vida. Qualquer indício de controle é pura ilusão. Com 20 anos não existe a possibilidade de tomar rédeas de todos os aspectos da constituição do ser. Ainda não existe a maturidade pra isso, e muito menos seria saudável. Estamos na idade de se abrir a opções novas, de se entregar ao desconhecido e de se deixar levar. Temos que perceber que as oportunidades de grandeza aparecem apenas na estabilidade e ter noção de que sacrificar a mesma, é um preço pequeno pela possibilidade da ocorrência do excepcional, por menor que esta seja.
O caos só constitui um ponto negativo se você assim o enxerga. Numa realidade onde no fundo não existe controle ou equilíbrio, as opções acabam por se resumir em apenas duas: lutar contra e negar as oportunidades que agregam junto a elas o desconhecido e, eventualmente acabar perdendo, ou ceder à essa corrente de eventos que, por mais agressiva, sem rumo e desordenada ela pareça, na realidade é a única certeza de razão e felicidade. Pobres aqueles que não compreendem o que se pode encontrar quando você se entrega ao Fluxo e se deixa levar, quando você para de seguir o caminho e passa a deixar o caminho te direcionar.
Negar os instintos e as vontades mais profundas do ser é negar aquilo que nos faz humanos. Humanos os quais que de fato possuem o caos em seu núcleo interior, e isso nada mais é do que o instinto em sua mais pura forma. O resultado de tal opção será apenas o eventual arrependimento e o questionamento constante de como algo poderia ter sido e como poderia ter sido excepcional.
Portanto, é estranho para mim dispensar as possibilidades e as vontades, apenas por que o constante aparentemente existe. Não há outro nome para isso senão comodismo. Momentos bons te trazem tranquilidade ao ponto que momentos excepcionais te definem. Já dizia um certo filme que a vida não é resumida pela quantidade de fôlegos que você toma, e sim por momentos que tiram seu fôlego. Eu não me contento com o bom, eu quero o extraordinário.
Nulla è vero, tutto è lecito...